Um pulsar que dança eternamente

81197a_57c1784cf2174070b5d5e4d41377f00c~mv2Começo com sentido para terminar em propósito.

Do “in” para o “out”. Da parte para o todo. Da impressão para a expressão. Do individual para o coletivo. Do sonho para a experiência. Do ego para o eco. Da pergunta para a resposta. Do fechado para o aberto. Da imaginação para a realidade. Da informação para a formação. Da contração para a expansão. Da investigação para a ação. Do criativo para o sociocriativo.
Tudo começa e termina. Tudo termina e começa.

Entre um e outro há um pulsar que dança eternamente.

“Se as portas da percepção fossem limpas, tudo pareceria ao homem como é: infinito” William Blake, em sua obra ‘As portas da percepção’, 1790