Como ler?

Navegar pelos hiperlinks, criar percursos próprios, buscar palavras mágicas, descobrir conexões, explorar. Talvez seguir as setas. Ou simplesmente rolar para cima…

Pensar divergente, abraçar o todo. Tudo é aberto, tudo é aproximação, noção, impressão, expressão, relação, nuvem, metáfora. “Desfinição” que não “de-fine”, que não põe fim, não impõe limite…

Relaxar, contemplar, apreciar, associar, filtrar, parar para refletir, respirar, revisitar, parar para ouvir, sentir.

Criar a própria leitura. Evitar: deduzir, concluir, reduzir. Nada é regra, nada é correto ou incorreto.

Tudo é o olhar de alguém em diálogo com o olhar de quem lê ou escuta.

Falamos em primeira pessoa para que possas sentir mais delicadamente as ressonâncias entre a voz de cada um de nós e a tua voz interior.

As fotografias que ilustram o almanaque capturam objetos de Zenilda Cardozo elaborados em técnica mista. As matrizes foram criadas usando tramas em desenho, pintura, fio de cobre e tecido. Partindo da constituição de nossa materialidade e de pontos interligados, as imagens saem do suporte e ganham tridimensionalidade.

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